segunda-feira, 18 de abril de 2011

Eu, mais uma vez sozinha


No meu quarto, com o som ligado no último volume com músicas que abafam a sensação de vazio do peito. Esse vazio que nunca é preenchido com nada! Grito, emploro para Deus para me mostrar com o que, como preencher esse vazio que só sabe crescer, como uma doença se espalhando pelo corpo, dominandoo minha estrutura inteira, cada vez maior. Felicidades momentanêas, coisas fúteis , baladas, festas como uma rémedio taxa preta tomado em doses muito altas, já não fazem tanto efeito assim, ou como uma filme triste visto várias vezes não causa tanta emoção. O tempo vai passando e você percebe que nada evoluiu. Você contiua ali, no mesmo quarto, na frente do mesmoo computador, marcando mais uma festinha fútil. Até quando? Isso é demais, não posso responder! 

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